quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

cinema brasileiro



Em volta de uma mesa, os atores Patrícia Pillar e Matheus Nachtergale se juntam a Deborah Secco e Cauã Raymond e, entuasiasmados, falam das maravilhas do momento do cinema nacional:


"É tão bom a gente poder fazer uma história brasileira."
"Poder filmar o Brasil!"
"A gente produz praticamente mais de uma centena de filmes no Brasil, de vários gêneros diferentes."
"É, a gente tem uma diversidade!"
"A gente tem sempre filmes lindos, mas agora é uma quantidade."
"Um espelho pra que o brasileiro se conheça."


Daí, só no dia de hoje, três longas foram lançados. Dá uma olhadinha nos trailers:







É isso aí, Ancine, a gente tem uma diversidade! A gente tem filmes lindos! E, acima de tudo, a produção em destaque é um espelho para que o brasileiro se conheça!

A cara do Brasil esses filmes. Tá fazendo tudo muito sertinho, Ancine, para não.



quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

What's sexy?

Alguém dá um prato de comida pra Izabel Goulart, gente.


domingo, 16 de novembro de 2014

choices

Encontre o paradoxo na foto do casamento de Solange Knowles.
Tempo!


domingo, 12 de outubro de 2014

dia das crianças: incentive a brincadeira

Há alguns meses, num dos meus posts bissextos, como diz o amigo Edu, eu falei sobre o quanto me podaram na infância. Uma pena que com tantos adultos em casa nenhum tenha dado um apoio (e, ainda pior, que todos tenham renegado qualquer dos meus dons). Mas passado é passado, deixa pra lá.

Se não houve incentivo, digo que certamente houve diversão. Se não fui uma criança muito querida socialmente (minha melhor biografia desse período se chama "Bem-vindo à Casa de Bonecas", recomendo), eu era inteligente o suficiente pra ter todo um mundo de possibilidades sozinho (e não é isso que vocês estão pensando, seus maldosos de plantão).

Brincando fui cantor, compositor, escritor, arquiteto, químico, ator, mágico, jornalista, médico, desenhista, pintor, prefeito, marinheiro, pirata, changerman, bom costureiro, inventor, piloto de corrida, político, empresário. Fui tudo. E adorava, adorava muito, ia longe!

Daí fui vivendo e esquecendo tudo isso. Foi preciso que, dia desses, minha irmã me contasse dos talentos que minhas sobrinhas estão começando a demonstrar pra eu lembrar de tudo o que eu fazia quando moleque. (nem preciso falar do meu nível de corujice e do quanto já tô me controlando pra não virar um tio mãe de miss)

Lembrei disso tudo e lembrei do que eu mais adorava fazer: dançar. Adorava, adorava, adorava, dançava na frente de qualquer um, sem o menor pudor, sem a menor vergonha, com todo o prazer, toda a inocência e toda a alegria possível no mundo. Era o jeito que eu mais amava de amar música. 

Coincidentemente, essas memórias todas vieram quando eu finalmente cedi e fui ouvir "Chandelier", da Sia. A pouca frequência neste blog faz com que me faltem palavras pra explicar o quanto a música mexe comigo, a sonoridade dela mesmo. E pra completar, o clipe é maravilhoso. Maravilhoso.

Não bastasse a música por si só, o mais bacana pra mim é a menininha dançando. Evidentemente eu não tinha essa técnica toda, mas me lembrou muito o Humbertinho de 8, 9 anos, dançando numa sala cheia de móveis como se estivesse brincando num espaço infinito. Feliz, feliz, feliz, todo cheio de si e do mundo. ♥ 

Enfim, neste 12 de outubro, achei que melhor que postar uma foto de um Humbertinho tristonho ou escondido por 200 adultos (como estou em todas as fotos), valia mais lembrar minha infância com a brilhante Maddie Ziegler, 11 anos, dançando como um dia eu tinha certeza que dançava.

Bom dia das Crianças pra vocês, crianças. ^^



P.S.: Pelo simbolismo todo, pelo vídeo, pela quantidade de vezes que escuto por dia, em mil versões diferentes, creio que "Chandelier" conseguiu tomar de "Lil Watan" o posto de minha música do ano, viu?
P.S.2: O clipe é tão maravilhoso que merecia um post só sobre ele mesmo, quem sabe, um dia?
P.S.3: Das mil versões live que adoro, minha favorita é esta aqui, spia também. ;)
P.S. final: Chuchus, Tio Lucio loves you all.